Meus livros



Lancei comercialmente cinco livros: Contos de homem (1995, Aldebarã); Estão todos aqui (2005, Ed. Bom-Texto); A câmera e a pena (2009; Cais Pharoux), No Osso: Crônicas Selecionadas (2012, Cais Pharoux) e Qual é, solidão? (2014, Editora Oito e Meio). E três não comerciais, estes sempre na companhia de um grupo de escritoras que conheci por volta de 1987. Os livros são "A palavra em construção" (1991; livro-brinde de uma empresa de Construção Civil) e "Amores vagos" (2010) e "Mapas de viagem" (2012). Os dois últimos fazem parte de um projeto de comemoração dessa amizade e que consiste na edição e distribuição gratuita dos livros. O projeto atende pelo nome de Estilingues.

Trecho da orelha escrita por Miriam Mambrini: Com frequência, percebemos que há muito mais vida nos contos do que a que fica aparente num primeiro momento, uma vida que corre subterrânea. Se às vezes aflui em algum momento, quase sempre se mantém escondida, deixando à sensibilidade do leitor desvendá-la. 
       Mas nem só de histórias se faz este livro. Ou até menos de histórias do que de palavras, metáforas, uma linguagem forjada em quase trinta anos de escrita, com características muito próprias.
Em “Qual é, solidão?”, encontramos mais uma vez uma literatura de grande poder de sugestão, com as raízes mergulhadas na angústia do destino humano. (Orelha completa no site da escritora, bem aqui.)

Onde comprar:  Editora Oito e Meio. No Rio de Janeiro, nas livrarias da Travessa e Blooks. Ou faça contato comigo pelo e-mail xanbran@gmail.com ou pelo facebook.




Trecho da orelha escrita por Maria Balé: Nos trilhos da memória, e o tempo como desmétrica, Alexandre Brandão, em "No Osso: Crônicas Selecionadas", à moda de Fernão Capelo Gaivota, traz para o seu hoje, o ontem e o anteontem do leitor voraz que aprendeu a amar a palavra. O hoje, a cidade do Rio de Janeiro, onde vive, coprotagonista algoz e salvadora. O ontem e o anteontem, a cidade de Passos, nas Minas Gerais, onde nasceu e onde fincou os alicerces da personalidade que se escancara nas engajadas assertivas de sua poética.

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Trecho da orelha escrita por Antonio Barreto: Você inverte as coisas. Faz a literatura se servir de si mesma para a fabulação de uma/duas história(s). Depois, brinca e goza com o leitor. (Faz o leitor fazer sua própria fabulação e bota a gente dentro de um mundo que, como sabemos, é só de uns poucos “escolhidos”. E desfabula… deixa a gente pegar sua câmera e sua pena e ir fazer/refazer nosso filme…).

Do cão! Arrasou!


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Trecho de resenha escrita por Ronaldo Cagiano: Detido numa fiel abordagem dos territórios afetivos, o autor prescinde de um apelo à acrobacia da linguagem - recurso muito em voga na prosa atual e que serve apenas para escamotear a falta de talento - concentrando-se na trama, na elaboração de uma história que tenha foco no humano e suas múltiplas re(l)ações cotidianas. Trata dos dramas e dificuldades psicológicas do ser dentro de uma perspectiva estética em que as perdas e os fracassos são evocados com sutileza sentimental, ao mesmo tempo em que impinge certa dose de humor, em contraponto à dureza dos conflitos. 



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Trecho da orelha escrita por João Gilberto Noll: Se for assim, o que as narrativas deste livro almejam não é exatamente a crônica da cidadania masculina. Contos de homem talvez esteja entranhado em outro solo ficcional: o daquele terreno desavergonhado de nossas obsessões deformantes e intransferíveis, aquele terreno movediço que se mostra voraz para descrever a indisposição por nos situarmos num corpo com escassas geografias a mais do que a do sexo ... um sexo que nos obriga a esse afã de experimentá-lo por todos os buracos e poros que constituem a materialidade do reduzido legado humano.

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